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Sonegômetro em pauta na Câmara Federal, imprensa e sociedade

26 de março de 2014Imprimir

Em mais uma ação da Campanha Nacional da Justiça Fiscal, o SINPROFAZ novamente instalou o painel Sonegômetro em frente ao Congresso Nacional em Brasília. Na primeira quinzena de março, o marcador já ultrapassava R$ 100 bi.

No dia 20 de março, além do painel eletrônico, o SINPROFAZ realizou um evento na Câmara dos Deputados para debater a revisão do panorama tributário brasileiro e o estabelecimento de uma nova base legal par o setor.

O debate foi coordenado pelo presidente do Sindicato, Heráclio Camargo, e pela diretora de Assuntos Profissionais e Estudos Técnicos, Regina Tamami Hirose, para uma plateia de estudantes universitários.

Entre os parlamentares presentes, destaque para a participação dos deputados Amauri Teixeira (PT-BA), que presidiu a mesa de trabalhos, Fernando Ferro (PT-PE) e Lincoln Portela (PR-MG).

Na ocasião, o SINPROFAZ apresentou propostas que visam alterar o sistema tributário e promover Justiça Fiscal como a regulamentação do Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) e a reestruturação de órgãos destinados ao combate à sonegação e à corrupção, como a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e a Advocacia-Geral da União.

Durante o debate, o presidente do SINPROFAZ, Heráclio Camargo, ressaltou que o governo não tem profissionais suficientes para ir atrás dos devedores. “As grandes empresas sonegadoras usam mecanismos permitidos pela lei, como offshores. Até chegam a declarar o quanto deveriam pagar, mas não pagam, confiando na inércia do Estado. Somos dois mil procuradores da Fazenda, temos 300 cargos em aberto há seis anos, e não temos carreira de apoio, para que possamos nos dedicar às investigações. Acabamos gastando tempo tirando xerox e carregando documentos”.

Injustiça Fiscal

Na opinião do deputado Amauri Teixeira, cobrar impostos sobre produtos é uma forma injusta de tributar a sociedade, porque pobres e ricos acabam pagando o mesmo valor.

“O imposto, para ser justo, tem que tributar a renda progressivamente. Quem tem pouca renda é isento, quem tem renda média é tributado medianamente, e quem tem renda alta paga mais”, disse Teixeira.

O parlamentar também disse ser necessário o País ter mais mecanismos para recuperar o que é sonegado. “Mais procuradores, mais auditores”, afirmou.

A Campanha segue em frente, contando principalmente com a participação dos cidadãos através das redes sociais.

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Texto impresso a partir do site "Quanto Custa o Brasil pra Você?" - www.quantocustaobrasil.com.br

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